Memória em risco - O Arquivo Público do Pará (APEP) é o guardião de cerca de 4 milhões de documentos e, segundo denúncias públicas, ele se encontra em estado precário. De acordo com a professora Magda Ricci, da Faculdade de História da UFPA, o APEP poss
ui
problemas estruturais e precisa de manutenção. Ela diz que preservar os
documentos e a memória paraense é “fundamental não apenas para a
História, mas também para outras áreas. O APEP guarda a história viva do
Pará. Ele possui documentos que ajudam não só a pesquisa, mas também a
cidadania. São documentos únicos que, uma vez perdidos, não têm como
recuperá-los. Perdê-los significa perder a memória para sempre”, afirma a
professora.A Faculdade de História apoia o ato divulgando a campanha e tentando contribuir estruturalmente. “Queremos fazer com que o público em geral e os pesquisadores do APEP fiquem mais atentos aos problemas que lá existem. Pretendemos, também, mostrar para a sociedade o valor do acervo, que contém a história do Pará, a história da Amazônia.”, diz a professora Magda.
Acervo – O Arquivo Público do Pará é o mais importante arquivo histórico da Amazônia, sendo um dos mais destacados do Brasil. Em seu acervo, ele guarda documentos que envolvem os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, sendo composto por docum
entos
dos mais variados temas, como trabalho indígena, escravidão negra, uso e
formas de acesso à terra, colonização, imigração, legislação e suas
aplicações, administração, boletins de ocorrência, entre outros.Abaixo assinado - A campanha em defesa da preservação do Arquivo Público do Pará possui uma petição pública que está recolhendo assinatura daqueles que apoiam a causa. Os interessados podem assinar o documento virtualmente aqui ou comparecer à Faculdade de História.
(extraído do Portal da UFPA)
Texto: Paloma Wilm – Assessoria de Comunicação da UFPA
Fotos: Karol Khaled
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